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segunda-feira, 18 de março de 2013

Super Metroid - Snes

Super Metroid, conhecido também por Metroid 3, é o terceiro jogo da série Metroid, lançado em 1994 para o Super Nintendo. Fora desenvolvido para a Nintendo pela sua subsidiária, RD&1.

O jogo é do estilo plataforma, com elementos de ação e aventura. Nele, você controla a heroína Samus Aran, que vai até um planeta recuperar um Metroid roubado pelos Piratas do Espaço. Durante sua aventura, Samus encontrará aperfeiçoamentos para sua armadura ao mesmo tempo em que procura os chefes e seu objetivo final, o Metroid.

O jogo foi o primeiro a conter 24 Megabits no cartucho de Super Nintendo, o que foi um avanço na época, com gráficos mais apurados e som de ótima qualidade.

Este jogo foi uma evolução em relação ao primeiro jogo, tanto em termos gráficos como de jogabilidade.

Em 12 de Outubro de 2007, a Nintendo europeia disponibiliza o download do game no canal Virtual Console da Nintendo Wii, enquanto na América o mesmo já estava disponível a partir de 20 de agosto.

Em um tempo onde as civilizações iniciaram a colonização de outros planetas e consequentemente seu mapeamento, fez-se necessário criar a Federação Galática, que organizava o avanço e planejamento das civilizações no espaço, porém esse equilíbrio foi interrompido, as naves mercantes eram saqueadas e sua tripulação morta, não eram seres humanos tampouco seres aliados, pois a maneira que eram encontrados os corpos e a forma em que eram mortos impossibilitava autoria humana ou aliada. Não demorou até que as naves mercantes fossem escoltadas e vários confrontos presenciados, a tal ponto de se descobrir que uma espécie de vida inteligente saqueava as naves mercantes, esses seres dispunham de grande resistência, poderes e inteligência para criar sua própria tecnologia, esses seres foram chamados de Piratas Espaciais e perturbaram o equilíbrio imposto pelos seres galáticos. A base dos Piratas Espaciais fora localizada, em um planeta (Zebes) onde habitava os Chozo (homens pássaro) há rumores que os Chozo não foram dizimados pelos piratas espaciais, conseguiram fugir para outro planeta.

Então A Federação Galática envia a Zebes uma tropa com a missão de extinguir os piratas espaciais em Zebes, porém a tropa não regressou. Nesse meio tempo Samus (não irei explicar a estória da vida de Samus aqui) voltara de uma missão em SR388 extinguindo todos os metroids do planeta. (sua ultima batalha foi contra a Rainha Metroid, depois de derrota-la Samus segue para sua nave, nas entranhas do planeta encontra um ovo metroid que não havia sido destruído, ao mirar no ovo o mesmo choca e a larva metroid vê Samus e se agarra a ela como uma criança confusa, Samus leva a larva até o centro de pesquisa CERES e a entrega aos cientistas para que eles possam estudar as propriedades energéticas do Metroid.) Os piratas espaciais sabendo deste último Metroid atacam a estação CERES matando os cientistas e levando a larva, porém samus estava próximo a estação espacial (Próximo ao cinturão de asteróides BEYONG) recebe a mensagem que CERES esta em ataque, ao chegar encontra todos mortos e enfrenta o lider alado dos piratas espaciais (Ridley) que tendo seu tempo curto foge da batalha (pois o Metroid é sensivel ao frio do espaço. Então detectando os cientistas mortos e que o Metroid saiu de CERES, o computador principal inicia a auto destruição, cerrando todas as portas de dentro para fora, Samus escapa, a Federação Galática contrata Samus para realizar a missão que a tropa da federação e seus caçadores nunca conseguiram fazer, extinguir os piratas espaciais e resgatar a larva Metroid.

Análise: 8.8 ( Muito bom, mais pra mim, não tanto quanto dizem) Super Clássico.


Super Mario World - Snes


Super Mario World foi o primeiro jogo produzido pela Nintendo para o Super Famicom no seu lançamento japonês e para o Super Nintendo na América do Norte e Europa, tornando-se a estréia de Mario em consoles 16-bit. Mais de dez anos após seu lançamento original, o jogo foi lançado para o Game Boy Advance como Super Mario Advance 2: Super Mario World. Foi lançado em 21 de novembro de 1990 no Japão e em agosto de 1991 nos Estados Unidos.

Na América do Norte e Europa, o sucessor do jogo é Super Mario World 2: Yoshi's Island, porém os jogos não possuem semelhanças. Isso se deve ao fato de que a versão original japonesa é um jogo separado chamado apenas de Yoshi's Island e não faz parte da série Super Mario World.

Menos de um mês após o lançamento norte-americano do jogo, a DiC Entertainment (produtora dos desenhos animados da série Mario) produziu um programa de TV baseado no jogo, mas alguns nomes e elementos do jogo foram alterados por razões desconhecidas.

O jogo foi produzido por Shigeru Miyamoto, com a trilha sonora composta por Koji Kondo e os gráficos por Shigefumi Hino. O jogo é conhecido por ter ser um dos mais vendidos e populares de todos os tempos, tendo vendido milhões de cópias em todo o mundo. Popularizou ainda mais o personagem Mario. O título marca a estréia do dinossauro Yoshi. Este também foi o primeiro jogo da série Mario em que se pode ter fases de caminhos secretos.

Mario tem de passar por nove mundos (7 normais e 2 secretos) para salvar a princesa Toadstool, além de que se ele passar o segundo mundo secreto, alguns inimigos mudarão de aparência.


Mario, Luigi e a Princesa Toadstool foram tirar férias em Dinosaur Land (Ilha do Dinossauro). Mas, durante as férias, A Princesa Toadstool é raptada (de novo). E, não só a Princesa se foi, mas os habitantes da ilha também foram enfeitiçados. Após encontrando-se com Yoshi (acidentalmente), um dinossauro, Mario e Luigi descobrem que o vilão por trás disso é Bowser. Ele quer se apoderar de Dinosaur Land por seus recursos naturais, e encantou os Yoshis pois eles tentaram pará-lo antes. Eles foram presos em ovos mágicos, esperando que alguém os liberte. Mario e Luigi devem aventurar-se entre os sete distantes castelos e derrotar os Koopalings (os filhos do Bowser) para então encontrar Bowser para acabar com seu plano terrível e salvar a Princesa.

Análise: 10.0 ( Já zerei u-u ) fora que é um Super Clássico.


Pokémon Fire Red & Leaf Green - GBA



Como muitos sabem, os jogos são remakes das versões Red e Green, lançadas previamente no Japão em 96 (nos EUA foram feitas algumas alterações e a versão Green saiu com o nome Blue, porém os jogos só foram lançados em 98). Pokémon é uma série que revolucionou os jogos de RPG, por que? Oras simplesmente porque você monta seu time, monta os golpes do seu time, não é um RPG prefixado onde os personagens vão se encaixando e você tem que se adaptar aos modos de batalhar deles, aqui você manipula da sua forma o seu time. Seu time pode ter 6 pokémons de 151 variedades, sendo outra gama diversa de golpes, claro, nem todos os pokémons estão disponíveis, cada versão tem seus pokémons exclusivos, para claro preservar a intenção do jogo que é promover a troca e a batalha entre os treinadores através dos Game Boys; e claro nem todo pokémon pode aprender todos os golpes (com exceção de Mew), há 17 tipos dividindo muitos golpes e alguns pokémons tem golpes exclusivos (Ditto com seu Transform). O jogo é realmente muito bom, você se diverte muito, perde horas jogando, não é atoa que ganhou um animê de sucesso global. Um outro fator positivo foi além de manter alguns glitches do primeiro, como a caminhonete de Vermilion, adicionar os elementos da terceira geração, como os Efforts, Abilitys e Natures.
Porém, pokémon tem algumas brechas, a primeira e crucial é que o foco principal do jogo não é sua história, são raras as cutscenes, aqui você simplesmente tem que pegar suas oito insignias e partir para o Indigo Plateau enfrentar a Elite 4, no caminho aparece a Equip Rocket. Seu motivo para acabar com eles? Não tem, você simplesmente acaba com eles, como se fosse da sua conta, como se você fosse o cara puro e bom como Ash Ketchum. Não há conexão entre os personagens, não há personalidade neles, você é só um explorador, puro de coração que deseja ser o campeão da liga pokémon. Os desafios in-game, são simples, não muito complexos, uma vez que estando no level, ou um level a mais e tendo um golpe do tipo oposto você será superior a seus inimigos in-game, com exceção da clara Elite 4 que concerteza faz jus ao nome de ser a Elite dos treinadores pokémon. Outro fator ruim, é que eles quiseram dar tanta semelhança aos jogos antigos, que não deixaram o sistema de tempo, ou a troca de bicicletas, ou as batalhas duplas; as bicicletas ou as batalhas não fazem tanta diferença, mas o sistema de tempo é essencial para a evolução de alguns pokémons.
Por fim, gostaria de ressaltar que o jogo não se torna ruim pelos seus defeitos, mas só explorar, explorar e explorar; sem grandes metas ou desafios é meio sem sentido, uma grande sacada aqui é o Trainer Card, já que os iniciais limitavam sua exploração a só vencer a Elite 4 e ficar zanzando por Kanto, ao obter uma certa quantidade de pokémons você poderá explorar uma nova parte do mundo pokémon as Sevii Islands que apresentam alguns pokémons da região de Johto. Além disso para completar o jogo 100%, não ter mais nada para fazer, você tem que capturar os 150 pokémons, depois os 351 e depois ainda jogar um joguinho, o que torna o jogo praticamente infinito devido a quantidade de trocas que você terá de fazer. 

Análise: 9.0 (Já zerei. u-u)